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Crise na Saúde gera embates no Legislativo

1a1.1285523Repercutindo efeitos da crise enfrentada pela Saúde no Estado, opositores questionaram ontem a justificativa da falta de repasses da União para o custeio dos equipamentos de Saúde no Ceará. Para o deputado Carlomano Marques (PMDB), neste ano, o Ministério da Saúde já transferiu R$ 140 milhões para o Estado e outros R$ 763 milhões para os municípios.

O deputado lamentou a saída de Carlile Lavor da Secretaria de Saúde, apontando que o caso aprofundou as dificuldades enfrentadas pelo setor.

Por seu turno, a deputada Rachel Marques (PT) repercutiu matéria do Diário do Nordeste, edição de ontem, sobre a visita do ministro da Saúde ao Ceará.

Voltando ao pronunciamento de Carlomao, ao citar os números de recursos liberados para o Estado, disse que "cai por terra a tese de que a saúde está doente porque não vem o remédio de Brasília. O dinheiro veio sim", enfatizou. Ele, que é presidente da comissão de Seguridade Social e Saúde, sugeriu que se investigue onde estão os gargalos que impedem o bom andamento do setor. "Se não é suficiente, aí é outra tese, que a gente pode aprofundar. Mas não se pode dizer que não houve", critica.

O deputado Welington Landim (PROS) ponderou que os repasses da União que têm chegado são todos carimbados, cuja utilização é limitada para fim específico. "Não chega dinheiro para fazer isso ou aquilo. É todo carimbado para o pagamento de cirurgias, consultas, tratamento para doenças crônicas", disse. Ele afirmou que avaliar apenas os valores não é suficiente para avaliar a gestão e se comprometeu a trazer números do Estado.

Carlomano lamentou a saída de Carlile Lavor da Secretaria de Saúde, apontando que o caso aprofundou as dificuldades enfrentadas pelo setor. "Não há nada que traga mais instabilidade a um grupo do que quando ele não sabe quem é seu líder. Em um momento de agudas dificuldades, vem um a mais, a indecisão a respeito do nome que responde tecnicamente, politicamente e ideologicamente pela Secretaria de Saúde", apontou.

O peemedebista afirmou torcer para que o secretário continue na pasta por conta de seus atributos, como experiência, capacidade de gestão e visão horizontal da saúde nos âmbitos municipal, estadual e federal. "Estou intimamente torcendo para que essa pequena tribulação seja solucionada com a permanência do secretário de saúde, pela sua honestidade e transparência".

Agentes comunitários

João Jaime (DEM) lembrou que quando Carlile foi nomeado secretário, houve expectativa positiva por conta da experiência dele na criação dos agentes comunitários de saúde no governo Tasso Jereissati (PSDB). "A possibilidade da saída de Lavor deixa uma intranquilidade para todos nós. A saúde faliu. Não há sequer uma linha para sutura ou luva nos hospitais de referência e o secretário não pode ser responsabilizado por isso", alegou.

Carlomano lamentou as explicações dadas pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica e do setor de imunização da Secretaria de Saúde para o surto de sarampo no Estado, em audiência pública na semana passada. De acordo com o parlamentar, foi apontada disseminação da doença pela realização de eventos como a Copa do Mundo e pela dificuldade de médicos recém-formados a diagnosticarem.

Sarampo

A deputada Rachel Marques (PT), destacando manchete de ontem do Diário do Nordeste, apontou que, se o Estado passar mais 60 dias sem novos casos de sarampo, terá a garantia de que está livre da doença. Ela apontou que, em abril, só um caso foi confirmado.

Ela ressaltou que, em visita ao Ceará, na última terça-feira, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, garantiu recursos para a divulgação e mobilização para a campanha de vacinação em todo o Estado. "As vacinas já são disponíveis pelo Governo Federal, mas o ministro também esta garantindo para a divulgação da campanha".

http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/politica/crise-na-saude-gera-embates-no-legislativo-1.1285523

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